"Gostaria de ganhar um Grammy, mas pouquíssimos brasileiros conseguiram", confessa Baco Exu do Blues

“Gostaria de ganhar um Grammy, mas pouquíssimos brasileiros conseguiram”, confessa Baco Exu do Blues

Divulgando seu álbum novo “HASOS”, o cantor Baco Exu do Blues revelou ao Linha POP um de seus maiores sonhos na carreira: o vovó. “Não acho que eu vou conseguir, talvez eu nem conquiste, mas o que eu gostaria de ter, que não tenho, e acho que só os maiores têm, é o Grammy. Sem ser o Latino”, diz o cantor.

“Pouquíssimos conseguiram daqui do Brasil. Os caras são muito chatos com isso. Mas acho que, se fosse para dizer assim o sonho inalcançável, acho que seria esse”, completa o artista, que já concorreu ao Grammy Latino com o álbum “QVVJFA?” (2022).

"Gostaria de ganhar um Grammy, mas pouquíssimos brasileiros conseguiram"confessa Baco Exu do Blues

(Foto: Roncca)

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Caetano Veloso e Maria Bethânia estão indicados ao Grammy 2026 de melhor álbum de música global, por “Caetano e Bethânia Ao Vivo”. Ele já tem dois Grammys, mas essa é a primeira vez que Bethânia é indicada em toda sua carreira.

A relação de Baco Exu do Blues com a crítica

Quando Baco lançou o single “Que Eu Sofra”, do álbum novo, o crítico Mauro Ferreira publicou que “a faixa simboliza de fato uma renovação do som do artista”. Mas o cantor diz que não foi intencional. “Cara, eu não estava buscando nada. Eu estava buscando tocar as pessoas”, comenta,eu sinto muito mais um processo terapêutico pra mim mesmo, não lugar de falar com as pessoas coisas que eu não falaria em voz alta antes de botar no papel”.

"Eu sou a nova Tropicália em fragrâncias"canta Baco Exu do Blues em música nova"Eu sou a nova Tropicália em fragrâncias"canta Baco Exu do Blues em música nova

(Foto: Roncca)

Ele não se preocupa muito com a opinião dos críticos. Ele acredita que os trabalhos levam tempo para serem digeridos. “Apanhei quando soltei o ‘Esú’ e, hoje em dia, o usam como referência. Com o ‘Bluesman’, a mesma coisa. Como é que você vai entender em 45 minutos um trabalho que uma pessoa fez em três anos? Não tem como responsabilizar a pessoa por isso”, observa.

“Não me sinto muito no lugar de querer provar nada pra ninguém. Acho que eu já provei algumas coisas. Hoje em dia, eu acho que minha jornada está indo pra outro lugar. Pode ser papo de quem está ficando velho. Nem estou ficando tão velho assim, mas… Eu acho que tanto tempo de terapia me colocou em um lugar mental, assim, muito seguro. Talvez seja isso”, completa.

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